Comboios para todos os gostos

Esse texto foi publicado na revista “Viagem e Turismo”, de junho de 2017.

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Bicicleta lifestyle

Esses dias fiquei pensando que o tuk-tuk é, pra uma cidade indiana, o que a carroça é (ou foi) no ambiente rural. O que a charrete foi no século 19. O que talvez as bigas tenham sido na Roma antiga. Um meio de transporte que te permite deslocar-se enquanto interage e observa o entorno de outro ângulo, em outra velocidade, mas ainda assim, em proximidade dos demais. O tuk-tuk, mesmo motorizado como é hoje, me parece ser um sobrevivente desse contato no trânsito que ainda era pessoal. E o que me veio à cabeça e ao coração todas as vezes que entrei num tuk-tuk na minha última viagem à Índia, há poucos meses, foi a bicicleta. Eles têm uma vibe parecida. Você tá ali, no corpo-a-corpo. Sobre rodas, mas ao ar livre. O trânsito apertado. O calor do escapamento dos carros. As pessoas a pé. Tudo muito perto. Olho no olho.

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Fotografando mulheres

Letícia Coura

Fotografar mulheres é diferente de fotografar homens?” Meu amigo indiano me perguntou isso ao ver essa série de fotos que fiz em Varanasi, na Índia, em dezembro passado. “Sim”, respondi, “assim como é diferente fotografar – mulheres ou homens – na Índia, no Brasil, no Benim”. Em minha mais recente viagem à Ásia, decidi lançar a mim mesma o desafio de fotografar apenas mulheres. Foi um desafio e tanto. Cheguei a pensar em desistir. E por isso mesmo a pergunta do meu amigo indiano (e fotógrafo), sem que ele soubesse, foi tão pertinente. Porque, sim, é muitíssimo diferente fotografar mulheres e homens na Índia.

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A day in the life of a schoolgirl in Bombay

… (and a couple of schoolboys) …

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Natwar Nagar Public School, Mumbai/Bombay, India
January 2017 | Photos by Maria Bitarello
Canon AE-1 / Retro Chrome 320 (positive/expired)

Karma-Cola

holiEntregar-se para vencer” é o título de uma crônica que escrevi há quase 5 anos. A frase não é minha. Tirei-a do livro Shantaram, de Gregory David Roberts, que lia na época. Foi pouco antes de ir à Índia pela primeira vez. Três viagens depois, lembrei-me dessa crônica. Porque a resistência vem me parecendo uma força inútil e, lá, entregar-se é um ato de sobrevivência. A cada vez que volto ao país, essa frase ganha mais corpo e se transforma numa espécie de fé.

Não vou aqui ficar fazendo pregações sobre a cultura espiritual indiana. Sim, a espiritualidade está por toda parte, sagrado e profano tudo junto e misturado, e isso é maravilhoso em muitos momentos, mas o karma-cola não é meu forte.

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Women by the water

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Dashashwamedh Ghat, Vanarasi, India
December 2016 | Photos by Maria Bitarello
Canon AE-1 / Retro Chrome 320 (positive/expired)

Rabiscando Mumbai

yogainstitute

The Yoga Institute, Bandra, Mumbai, India – 31/12/16

birdsong

Birdsong Café, Bandra, Mumbai, India – 1/1/17

chaayos

Chaayos, Bandra, Mumbai, India – 5/1/17

hand-at-chaayos

Chaayos, Bandra, Mumbai, India – 6/1/17