Comboios para todos os gostos

Esse texto foi publicado na revista “Viagem e Turismo”, de junho de 2017.

Advertisements

Bicicleta lifestyle

Esses dias fiquei pensando que o tuk-tuk é, pra uma cidade indiana, o que a carroça é (ou foi) no ambiente rural. O que a charrete foi no século 19. O que talvez as bigas tenham sido na Roma antiga. Um meio de transporte que te permite deslocar-se enquanto interage e observa o entorno de outro ângulo, em outra velocidade, mas ainda assim, em proximidade dos demais. O tuk-tuk, mesmo motorizado como é hoje, me parece ser um sobrevivente desse contato no trânsito que ainda era pessoal. E o que me veio à cabeça e ao coração todas as vezes que entrei num tuk-tuk na minha última viagem à Índia, há poucos meses, foi a bicicleta. Eles têm uma vibe parecida. Você tá ali, no corpo-a-corpo. Sobre rodas, mas ao ar livre. O trânsito apertado. O calor do escapamento dos carros. As pessoas a pé. Tudo muito perto. Olho no olho.

Para continuar lendo, veja a coluna no site Outras Palavras.